Postal Ilustrado

Postal Ilustrado

Os Postais Ilustrados têm, hoje, uma utilização diferente de há dois séculos. Mas será que depois de tanto tempo, as pessoas ainda enviam postais nas épocas festivas aos mais chegados?

Este foi o ponto de partida para a realização de uma reportagem que dá a conhecer um pouco mais sobre o mundo dos postais ilustrados.

No Folha Rasgada, conheça a investigação levada a cabo, por um grupo de investigadores na Universidade do Minho, sobre postais ilustrados. Saiba ainda a opinião dos compradores e vendedores de postais ilustrados, bem como o tipo de postais que estão disponíveis para compra e os seus preços.

Veja aqui a reportagem na íntegra »»»

1. Repórteres: Cidália Barros e Delfim Machado

2. Assunto: Reportagem sobre postais ilustrados.

3. Enfoque: Cidadãos que vendem e compram postais ilustrados.

4. Informações preliminares: Porque é que as pessoas compram postais ilustrados, em que altura do ano e porque compram. Quais os tipos de postais mais vendidos e onde se vendem mais postais (quiosques, supermercados…).

5. Fontes: Os investigadores, compradores e vendedores.

6. Recursos Multimédia:

a) Um pequeno lead de todo o trabalho. Será uma forma de persuadir as pessoas a verem a nossa reportagem. Neste texto haverá um link para outro onde damos a conhecer o objectivo da investigação e quem investiga. Por sua vez, este texto terá outro link para o perfil dos investigadores.

b) O gravador será utilizado para falar com os investigadores. O som será utilizado no podcast.

c) Câmara de filmar para fazer uma pequena reportagem: para saber porque é que as pessoas compram postais e porquê. Em que altura do ano costumam comprar, o tipo de postais que compram… (Este tópico não pode ser muito completo no guião, pois as questões que vamos fazer às pessoas surgem em articulação com as respostas delas).

d) Máquina fotográfica para tirar fotos aos postais.

e) O slideshare será usado para dar informações pequenas, mas importantes. Preço dos postais, número de postais vendidos por ano, entre outros.

Infografia DigitalActualmente, quando lemos uma notícia na internet vemo-la, muitas vezes, acompanhada por uma infografia. Esta completa e aprofunda, de certa forma, a informação.

Paulo Raniere, aluno de Mestrado em Ciências da Comunicação, na Universidade do Minho, defende que a infografia digital, apesar de ser uma boa forma de dar a conhecer e ajudar a aprofundar alguns assuntos, ainda apresenta constrangimentos. Por exemplo: no mundo da internet e da rapidez ainda se demora muito tempo a produzir uma infografia, constituído o “principal problema da infografia digital”.

Ranieri considera que a infografia pode ser considerada um género jornalístico, mas “a partir do momento em que vale o fenómeno texto mais imagem”. Conclui que “é complicado dizer que [a infografia] se trata de um de um género” jornalístico quando não está acompanhada pelo texto.

Mas a aposta no desenvolvimento desta nova forma de dar e aprofundar notícias pode, ainda, oferecer oportunidades de trabalho, defende.

A incerteza paira no mundo jornalístico: qual será a política dos jornais tradicionais nos próximos anos? Será que o papel será definitivamente posto de lado em detrimento da Internet? Será que a folha vai ser rasgada e o click do rato a única forma de se ler notícias?

O Docente da Universidade do Minho, Luís Santos, no estudo para a sua Tese de Doutoramento,  acompanhou a redacção online do Jornal de Notícias desde Maio de 2007, e chegou a algumas conclusões interessantes, que poderão responder a algumas perguntas mais frequentes sobre o futuro do jornalismo.

Clique aqui para ler mais »»

Jornal Público

Jornal Público

O publico.pt destaca-se dos jornais analisados na aula de ciberjornalismo.

As notícias no centro da página, textos e títulos grandes cansam a memória visual do leitor. No site vemos também um vídeo (na lado esquerdo). Vídeo que já ultrapassou o valor notícia.

Ao longo do site vemos informação por todo lado: no lado direito, esquerdo, centro da página e até no meio da publicidade. O
Ceberjornalismo é isto? Não. O ciberjosnalismo destaca-se dos jornais impressos, porque as notícias devem ser actuais – de última hora - podemos lê-las a qualquer hora e em qualquer lugar.

Os vídeos também devem ser actuais, informar e ir ao encontro daquilo que os leitores gostam de ver.

No fundo, o ciberjornalismo deve captar o inetresse dos leitores, fazer com que eles se sintam bem a ler/ver uma reportagem.

O site do Público dá-nos uma infomação muito completa(economia, sociedade, política, lazer, ciência), mas de uma forma pouco interessante.

Calças de ganga, casacos, botas ou acessórios escuros marcam a Moda Outono/Inverno 2008. Pode ser preto, castanho, cinzento ou azul marinho. A cor não importa, desde que seja escura.

Fomos saber se os estudantes da Universidade do Minho seguem a moda, as opiniões não são muito diferentes: não seguem a moda à risca, mas têm em conta “as tendências”.


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Todos os dias milhares de pessoas vão ao hospital, ao centro de saúde ou a clínicas privadas por motivos de saúde. A nível mundial, as consultas médicas, as receitas e análises clínicas passadas aos doentes fazem com que milhões de euros sejam gastos por segundo. Se milhões de euros são gastas na saúde, milhões de cidadãos ficam doentes a cada segundo que passa.

 

A campanha de Barack Obama veio revolucionar os métodos e o modo como os políticos se dirigem ao povo. A internet já não é mais um meio usado apenas pelos jovens. É já usado por diferentes faixas etárias e por diferentes classes sociais. Este facto fez dos americanos pessoas informadas a qualquer altura, levando mais pessoas às urnas.

Em 1960 John F. Kennedy destacou-se por preterir o tradicional jornal de papel na sua campanha para as presidenciais norte-americanas. Quase 50 anos depois, os jornais passaram para segundo plano novamente. Barack Obama, candidato democrata, rompeu assim com a tradição ao criar uma relação mais próxima com os eleitores através da Web. O futuro presidente dos Estados Unidos da América criou um comité eleitoral online que enviou quase 15 milhões de e-mails a norte-americanos e alguns estrangeiros.

Para além do apelo ao voto em Obama, os e-mails também pediam uma doação de dez dólares aos norte-americanos, para financiar a campanha do candidato democrata. Da doação saíram 80 por cento dos fundos gastos pelo candidato no apelo ao voto (Phil Noble). A inovação despertou o interesse dos jovens pela campanha e pelas questões políticas , o que levou também a uma participação recorde nas últimas eleições.

Barack centrou a sua campanha nos sítios mais visitados pelos jovens, na Internet. São exemplo o youtube, MySpace e Facebook . Depois do sucesso da campanha (desde 1964 que nenhum democrata ganhava com tantos votos), o ex-senador do Illinois não deixou de usar a web. O sítio da Internet, www.change.gov, serve agora, no processo de transição, para descrever a agenda política democrata e as suas intenções governativas.

Este tipo de campanha ainda não é visível em Portugal, mesmo estando a alguns meses de três eleições (Legislativas, Autárquicas e para o Parlamento Europeu). Vislumbram-se algumas campanhas pela internet, mas a opinião do povo português não será tão ouvida como a do povo americano, segundo João Canavilhas.

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